Lua De Morais _ Electro Divas – On Fire

março 27, 2013

Lua De Morais

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Tonight  – Lua de Morais

Lua De Morais – Vive Tu Amor (Video Oficial)

Lua De Morais – Como Decirte (Video Oficial)

 

 

“HIT THE ROAD JACK” _ Lua de Morais y Pancho Aranda Trío Live

 

 

“Smile”_ Lua de Morais y Pancho Aranda Trío Live

 

“Perhaps, Perhaps, Perhaps”_ Lua de Morais y Pancho Aranda Trío Live

 

 

LUA DE MORAIS – AMORES PROFUNDOS

Lua de Morais – Eu sei que vou te amar


ESTRELA CADENTE: Mel da Terra _ Música Oficial do Planetário de Brasília.

março 18, 2013

Mel da Terra

Na Rádio UOL

E aí pessoal, vamos tornar “ESTRELA CADENTE” a música Oficial do Planetário de Brasília???

Vamos compartilhar para convencer nossos políticos. Abração do Mel da Terra.

Essa musica é simbolica para toda a cidade, nos representa tão bem que creio que seja

uma mais do que justa homenagem ao planetário ter como tema essa obra de arte do Mel da Terra.

(Henrique Ferrera)

Mel da Terra

Planetário Brasília

Estrela Cadente

Mel da Terra

Tom: C
        C     G/B    Am   Am  C/D Am
Cai dos ares, vem dizer
    C     G/B     Am    Am  C/D Am
o caminho da esperança
    Em F     G/B Am    Am  C/D Am
vem deixando um rastro
     Em F  G/B   E
como um feixe de luz

        C     G/B     Am   Am  C/D Am
Rasgue aquele manto escuro
        C     G/B      Am     Am  C/D Am
que nos cobre todas as noites
     Em F  G/B   Am      Am  C/D Am
vem trazer as lembranças
Em F       G/B      Am     C
de séculos que passaaaaaaaram

      G/B      Am    Am  C/D Am                 :
sobre nossas cabeças                            :
C         G/B      Am    [ C ]-> 1ª vez           : 2X
dentro de nossas cabeças                        :

(REPETE A MÚSICA DESDE O INÍCIO)

Fonte: Cifras Club.

março 7, 2013

Faroeste Caboclo essi “Fiumi” é di injua de porreta….

zarpante

Músicas e filmes são praticamente indissociáveis, até mesmo no cinema mudo, a música já tinha um papel muito importante!

As músicas contribuem para criar um universo em torno do filme, definir uma atmosfera, um clima diferente. Essa dobradinha tem propiciado ao público trilhas sonoras inesquecíveis como por exemplo a do filme Pulp Fiction, as trilhas de alguns James Bond, da Pantera cor de rosa, e claro, a do filme de 1965 “O Homem que Sabia Demais”, cuja música “Que sera, sera”marcou gerações!

Como podem ver, a simbiose não é de hoje, porém, o cinema brasileiro inova uma vez mais ao produzir um filme totalmente inspirado por uma única música: “Faroeste Caboclo”, do grupo Legião Urbana, tinha mesmo tudo para acabar em filme!

Vejam abaixo o trailer do filme inspirado por essa bela música e em seguida ouçam a música completa e deliciem-se com a história de João de Santo Cristo:

Ver o post original 3 mais palavras


Zabé da Loca tocadora de pífanos.

março 7, 2013

No #MarçoMulher homenageamos mulheres fortes como a tocadora de pífanos Zabé da Loca, de 89 anos, apelidada assim porque viveu durante 25 anos em uma gruta em Monteiro (PB). Ela ficou conhecida em todo Brasil em 2003, quando participou de uma atividade cultural do Programa Arca das Letras. A partir dali, Zabé não parou. Foi convidada a participar da Série Cantos do Semiárido. E, em 2008, gravou o disco Bom Todo – Zabé – Da caverna para o Mundo, trabalho que lhe rendeu, em 2009, o primeiro lugar na categoria Revelação do Prêmio da Música Brasileira.

No MySpace

O Mundo Encantado de Zabé da Loca, projeto convidado do Programa Petrobras Cultural, é um documentário sobre uma personagem emblemática da cultura popular brasileira: Zabé da Loca, apelido de dona Isabel Marques da Silva, uma mulher sonhadora e batalhadora, que durante 1/3 de sua existência viveu dentro de uma pequena gruta – ou loca – no interior do Cariri, criando seus dois filhos e sobrevivendo da sua arte: o pífano. Esta mulher guerreira hoje se encontra com quase 90 anos e faz shows pelo mundo inteiro.

na Rádio UOL


Atenção estudantes de audiovisual!

março 6, 2013

Atenção estudantes de audiovisual!.


Carlinhos Piauí…

março 4, 2013

Baião Sonhado

PlayList Vídeos

O poeta e cantor atuou como Diretor Social da Administração do Gama durante dois anos. Nascido em Teresina (PI), no ano de 1963, e radicado em Brasília desde 1974, começou sua história com a arte em 1978, quando descobriu sua aptidão pela música. Em 1980, já fazia parte do grupo Sertão, com quem gravou, num compacto duplo, a canção vencedora no Festival de Canção da Cidade do Gama. Oito anos depois, ingressou na Escola de Música de Brasília para estudar percussão.

Bem influenciado por menestréis como Jackson do Pandeiro, Ivanildo Vila Nova, Luiz Gonzaga, Alceu Valença e outros defensores da cultura popular, Carlinhos Piauí trazia na bagagem a história do seu povo e seus costumes; as lendas, os folguedos, a alegria e o sofrimento de sua gente. Sua linguagem artística era o folclore das diversas regiões do Brasil; a peleja identificada pelo cordel e pelo palavreado do sertanejo. Carlinhos Piauí realizou shows em Brasília e cidades circunvizinhas, onde fez brilhar suas mensagens. Gravou seu primeiro CD intitulado “Conterrâneas” em 1999 e em 2001, veio o segundo: “Estradas e Terreiro”. O último CD intitulado “Sertão de Cabo a Rabo”, teve grande aceitação de público e crítica.

 

 Encontro Sonoro

Juriti (Rádio Nacional)

Carlinhos e amigos na casa do Pereia em Alexânia-GO.

Piauí – Juriti sesc gama

Barca Brasília

http://www.dfagora.com.br/LerNoticia/1684/morre-aos-50-anos-o-poeta-e-cantor-carlinhos-piaui


Filosofia da TFCA Apresentação: Dalton Bichara Simão Tema: A Sabedoria da Consciência

março 2, 2013

http://www.tfca.com.br/

Boletim Informativo da TFCA
Volume IV, edição nº 05
1° de MARÇO de 2013

Filosofia da TFCA
Apresentação: Dalton Bichara Simão
Tema: A Sabedoria da Consciência

Tema de domingo:
O Ser Humano na sua Essência.

Link para download do arquivo em PDF:
www.tfca.com.br/boletins/111%20-%20Boletim%20Informativo%20da%20TFCA,%2001%20DE%20MARÇO%20DE%202013.pdf – em Centro de Estudos de Sineidologia Ltda

Volume IV, edição nº 05 pg 1 Volume IV, edição nº 05 pg 2 Volume IV, edição nº 05 pg 3 Volume IV, edição nº 05 pg 4 Volume IV, edição nº 05 pg 5 Volume IV, edição nº 05 pg 6