Celebrar a Vida!

agosto 27, 2008

Quando puder, apareça na nossa casa, na nossa rádio, na nossa vida*
Quando quiser faça uma fogueira e jogue fora todas as dívidas
As vezes o mundo fica desaparecendo
Parece sombra com medo
Eu só não sei do que

Quando houver tempo, lua ou sereno
Vê se joga fora a chave das despedidas
O relógio está contando os domingos
A vida está cobrando os suspiros
Ontem mesmo quis matar um inimigo
As olimpiadas das mentiras

Quando não tiver mais para onde ir
Lembre pelo menos dos amigos a sumir
As tempestades na televisão
As notícias no rádio devolvendo a paixão
Viver pode ser dançar sem musica
Materializando os passos, o som

Quando é muito vago
Ontem já passou
Hoje pode ser agora
Odeio esquecer
Lembro sempre de bobagens
Fumaça fazendo sinal para eu acordar

Onde eu fui ontem?
O que foi mesmo que eu fiz?
Com quem eu falei?
O que foi realmente o que eu disse?

Casas deveriam ser casulos
Os sonhos deveriam ser o mundo
Ninguém merece essas cidades
Imagine o infinito dando voltas no escuro

Vou poder
Vou aparecer
Vou visitar
Vou sintonizar
Vou vivenciar!

Cabeto Rocker (*a partir da frase da PP)

 

CABETO ROCKER
PRODUÇÕES CULTURAIS
(61) 38777057 91849387
Brasília- DF

 

PP _ <Paula Moura>

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Monobloco em São Paulo.

agosto 26, 2008

Monobloco

Vídeos

SHOW ABERTO EM SETEMBRO

 

Fonte:
Mônica Oliveira – Babel Produções

Concurso da Funarte vai distribuir R$ 5 milhões para músicos

agosto 20, 2008

 

A Fundação Nacional de Artes (Funarte) publicou ontem no Diário Oficial edital que convoca para o Prêmio Pixinguinha de estímulo à produção musical. Obras inéditas de compositores, intérpretes e grupos de música popular terão R$ 90 mil para o desenvolvimento de um trabalho, além da prensagem de mil CDs e um circuito de turnê de pelo menos três cidades. Serão distribuídos 54 prêmios, dois por Estado, o que soma cerca de R$ 5 milhões.

Cada artista só pode inscrever um trabalho. Cinco comissões (Sudeste, Sul, Norte, Nordeste, Centro-Oeste) analisarão os projetos nos próximos 45 dias.

Fonte: Agência Estado


Convite para o show “ADORÁVEIS MALDITOS” Eduardo Rangel e Joaquim França interpretam a obra de Sérgio Sampaio e Torquato Neto.

agosto 20, 2008

Eduardo Rangel

Quinta e Sexta (21 e 22/08), 19 horas

Café Cultural do Teatro da Caixa

SBS Qd 4, Lote 4, Brasília DF

Entrada Franca

 

Torquato Neto e Sergio Sampaio, foram dois compositores transgressores, com trajetórias trágicas e polêmicas, e que nos deixaram uma obra extremamente rica e original.  O cantor e compositor Eduardo Rangel ao lado do pianista e arranjador Joaquim França apresentam show homenageando a obra desses ‘adoráveis malditos’. O público irá reconhecer músicas dos homenageados que hoje ressurgem nas vozes de talentos atuais da MPB, como Zeca Baleiro, Chico César, Lenine, Isabella Taviani e Titãs.

No espetáculo, os músicos revelam curiosidades sobre a vida dos homenageados, como a origem da música “Cajuína”, que Caetano Veloso compôs para o pai de Torquato, pouco depois do velório do poeta suicida: “Existirmos, a que será que se destina /… Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina / do menino infeliz não se nos ilumina…”. Ou ainda, o restante do poema de Torquato “Go Back”, que teve trecho musicado pelos ‘Titãs’: Você me chama / Eu quero ir pro cinema / Você reclama …”

Torquato viveu apenas até os 28 anos, mas deixou uma vasta obra como um ícone do Tropicalismo. Teve poemas musicados por Gilberto Gil, Caetano, Jards Macalé, Luiz Melodia e Edu Lobo entre outros.

Sérgio Sampaio morreu aos 47 anos, vítimas de complicações devido ao abuso de álcool e drogas. Raul Seixas, seu grande amigo e parceiro no disco “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista”, comentava que perto de Sergio se sentia a mais careta das criaturas.

As músicas de ambos influenciam ainda hoje diversos artistas da MPB, tendo sido gravadas por Zizi Possi, João Bosco, Elba Ramalho, Gal Costa, Nana Caymmi, Eduardo Dusek e muitos outros.

O duo irá interpretar de Sérgio Sampaio, músicas como Tem que acontecer, Meu Pobre Blues, Faixa Seis, Em Nome de Deus, além do mega sucesso Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua.

Da safra de Torquato Neto, estão entre as escolhidas, Mamãe Coragem, Louvação, Let’s Play That, Três da Madrugada e Pra Dizer Adeus

Um show para desafinar o coro dos contentes.

Uma homenagem a esses adoráveis malditos da música brasileira. 

 

Sobre os compositores homenageados:

Torquato Neto    9/11/1944  10/11/1972

 

Nascido em Teresina, no Piauí, filho de um promotor público e de uma professora primária, estudou em Salvador, no mesmo colégio de Gilberto Gil, de quem se aproximou aos 17 anos nas rodas artísticas de Salvador, onde conheceu também os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia. Mais tarde, em 1962, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fez alguns anos de faculdade de jornalismo, sem se formar. No entanto, exerceu a profissão de jornalista em diversos periódicos, como o Correio da Manhã (no suplemento Plug), O Sol (suplemento do Jornal dos Sports) e Última Hora, onde nos anos de 1971 e 72 escreveu sua badalada coluna Geléia Geral, em que defendia as manifestações artísticas de vanguarda na música, artes plásticas, cinema, poesia etc. Fundou também jornais alternativos, o Presença e o Navilouca, que só teve um número mas fez história. Em 1968, com o AI-5 e o exílio dos amigos e parceiros Gil e Caetano (além de outros emigrados), viajou pela Europa e Estados Unidos com a mulher Ana Maria, morando algum tempo em Londres. De volta ao Brasil, no início dos anos 70, ligou-se à poesia marginal e aos ícones do cinema marginal, Julio Bressane, Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso. Também era amigo dos poetas concretistas, Décio Pignatari, os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, e do artista plástico Hélio Oiticica. É considerado um dos vértices do movimento tropicalista, ao lado de Gil, Caetano e Capinam. Entre suas parcerias mais famosas estão Louvação (com Gil), Pra Dizer Adeus e Lua Nova (com Edu Lobo), Let’s Play That (com Jards Macalé), Geléia Geral (com Gil), Mamãe Coragem (com Caetano). Participou da famosa foto da capa do disco Tropicália ou Panis Et Circensis, em que estão incluídos suas músicas Mamãe Coragem e Geléia Geral. Seu suicídio, um dia depois de seu 28º aniversário, provocou espanto. Torquato voltou de uma festa com a mulher — que foi dormir —, trancou-se no banheiro e ligou o gás, sendo encontrado morto no dia seguinte pela empregada. Deixou um bilhete de despedida que dizia: “Tenho saudade, como os cariocas, do dia em que sentia e achava que era dia de cego. De modo que fico sossegado por aqui mesmo, enquanto durar. Pra mim, chega! Não sacudam demais o Thiago, que ele pode acordar”. Thiago era o filho de três anos de idade. Artigos da coluna Geléia Geral e poesias inéditas foram reunidos no livro “Os Últimos Dias de Paupéria”, organizado por Waly Salomão e a viúva Ana Maria em 1973. Além disso, o cineasta Ivan Cardoso produziu o documentário Torquato Neto, o Anjo Torto da Tropicália. Os Titãs musicaram seu poema Go Back, que deu nome ao disco da banda de 1988. (Biografia TorquatoNeto/cliquemusic)

 

Sergio Sampaio   13/4/1947  15/5/1994

 

O capixaba Sérgio Sampaio era filho de um fabricante de tamanco e maestro com uma dona de casa, nasceu em Cachoeiro do Itapemirim. Cresceu cercado de partituras e instrumentos musicais. Dono de uma bela voz, logo começou a trabalhar como locutor nas rádios locais e descobriu seus primeiros ídolos, Orlando Silva, Nélson Gonçalves e Sílvio Caldas. Seu destino era o Rio de Janeiro, onde trabalhou de dia como radialista e à noite como cantor de bar. A boemia corria solta e ele não pensava duas vezes para trocar um compromisso de trabalho por uma noitada. Como gandaia não paga conta, Sampaio viveu momentos dramáticos. De acordo com a biografia do cantor intitulada  Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua, de Rodrigo Moreira, passou a dividir quartos de pensão com bandidos e toda sorte de malandros. Dormiu na rua, perambulou por bares em busca de comida e bebida. “Nessas condições você torce para que haja um velório na casa de um conhecido só para ter um lugar onde passar a noite”, palavras do próprio Sérgio Sampaio. Quem o salvou da lama foi um produtor da gravadora CBS, o Raul Seixas.  Raul Seixas adorou as composições de Sampaio e o levou para morar em sua casa, além de apoiar a gravação do primeiro compacto Côco Verde e Ana Juan. A veia rocker de Raul com as influências  brazucas e contestadoras de Sérgio rendeu um disco antológico em 71: o transgressor LP “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez.  Era o tempo dos festivais e em 72 Sérgio Sampaio deu o  passo definitivo na sua vida com a marcha-rancho Eu Que é  Botar Meu Bloco na Rua, que por sinal não venceu a disputa. O mesmo artista que passou fome, de repente se viu com uma bolada, oriunda da venda de 500 mil cópias. Mas foi com essa mesma grana que se afundou de vez. Bebia e cheirava numa velocidade que até o parceiro Raul Seixas se impressionava. O próprio disse que perto de Sampaio se sentia a mais careta das criaturas. Tinha uns rompantes a la Tim Maia, sumia e não aparecia nos compromissos. Lançou os LPs Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua, em  73 e Tem que Acontecer, em 76. A ultima tentativa de voltar à cena foi em 82, com o disco Sinceramente. “Sampaio teve sua passagem por Brasília, quando se apaixonou pela cidade e chegou a compor uma música em homenagem a cidade”. Alcoólatra e tuberculoso, foi pra Bahia tentar colocar a vida nos eixos. Em 94 a pancreatite o tirou de cena de vez. (Dossiê Sérgio Sampaio/Rádio Pelo Mundo)

 

 

Sobre os músicos que prestam a homenagem:

Eduardo Rangel –  Ano passado a Globo Sat/Canal Brasil selecionou o trabalho de Eduardo Rangel para representar Brasília no programa “Destino Brasil Música – um outro som”, que apresenta os artistas em evidência de doze capitais brasileiras.

Cantor e compositor, Rangel tem dois CDs gravados: Pirata de Mim, gravado ao vivo no “Mistura Fina”, no Rio de Janeiro; e Eduardo Rangel & Orquestra Filarmônica de Brasília, gravado ao vivo na “Sala Villa Lobos do Teatro Nacional”, em Brasília.

Rangel tem composições gravadas por Edson Cordeiro, Renata Arruda, Antenor Bogea, Célia Rabelo, Marcio Faraco, Indiana Nomma, Célia Porto e Suzana Maris entre outros.

 

Maestro Joaquim França – Arranjador e regente do CD “Eduardo Rangel & Orquestra Filarmônica de Brasília”, Joaquim França foi Maestro Assistente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional em 2005 e 2006, e esteve à frente da Orquestra Filarmônica de Brasília entre 1993 e 2007. O Maestro já regeu acompanhando nomes como Francis Hime, Edson Cordeiro, Xangai, Elomar, Rosa Passos e a grande diva do canto lírico brasileiro, Niza Tank. Figurou entre os cinco melhores arranjadores do Concurso Nacional de Arranjos da Secretaria de Cultura de SP e gravou para CD e TV a trilha sonora do filme “Quando Fui Morto Em Cuba” regendo a Orquestra Sinfônica de MG. É pianista, compositor, bacharel em regência e licenciado em Música pela UNB.

 

 

Produção – Eduardo Rangel

E-mail: contato@eduardorangel.com.br

Site: www.eduardorangel.com.br

 


Grafista_Investidores_Bolsa de Valores.

agosto 11, 2008

Grafista

 

Aos amigos que desejam planejar a vida a longo prazo e terem uma outra opção de renda, recomendo!

Att.,

zazap711@terra.com.br
fabioao@hotmail.com

 
Caros amigos, 

Bom dia !!

Informamos que estaremos ministrando um curso em Brasilia, destinado às pessoas que desejam se tornar investidores e anseiam
por um “projeto de vida”, utilizando a bolsa como instrumento desse projeto.

Pedimos divulgar aos amigos.

Caso queira reciclar entre em contato. Apresentando um amigo vc não vai pagar.

As materias a serem discutidas no curso:

a) a queda da bolsa, a oportunidade para a metologia do Clube da Riqueza
b) como tirar proveito das oscilações da bolsa – a oportunidade para a metodolodia do Vetor

c) como especular na bolsa – as oportunidades de negócio
d) a parte burocrática da bolsa: como abrir a conta na corretora, corretoras, impostos, etc.

Nota: visite o nosso fórum: www.grafistabsb.com – clica em fórum e fazer um cadastro clicando em REGISTER

cordialmente

Jorge Araújo, o Grafista de BsB
 – precisamos cuidar de nosso futuro, pois será o local onde passaremos o resto de nossas vidas.


Toro de Palpite.

agosto 11, 2008

Toro de Palpite

Blog

 

Toro de Palpilte

Toro de Palpilte

 

Divinas e Soberbos
 
Com as tripas em comoção anuncio uma grande apresentação do Toró de Palpite – aquela banda rara que nem ela só – Tocará no Clube
do Choro de Brasília!
 
Felizes que estão por pisar em terreno de abrigo de grandes heróis nacionais, esse povo da música instrumental e tals, eles não vêem a hora
de que todos os vejam lá, ã?
 
Sim, o Toró de Palpite em seu mais novo show, o “Toró de Pop Hits” espera por todo mundo. O fabuloso título da performance foi criado pelo
artista visual e Dj Pezão,
uma das estrelas da constelação brasiliense de djs, músicos e artistas e blaus.
 
“O negócio vai ser sério, faremos uma emocionante homenagem a Noel” – essas foram palavras de Wava el Afiouni, o cult no meio da foto.
 
Os outros dois não não quiseram dar declarações. Há rumores de que João Ferreira “O Ex-Sensato”, a esquerda, prometeu que “o cavaco vai suar”!.
 
Já Rodrigo Barata “O Lacônico”, em sua pronúncia do leve silêncio, por meio de suas libras enigmáticas deu a entender que o Clube será atingido
pela paz anárquica!
 
O Toró reserva ainda atrações inusitadas, daquelas que só acontecem em sua tradicional trovoada de pitaco!
 
O Clube do Choro de Brasília finca entre a Torre de TV e o Centro de Convenções, no caminho da elipse!
O show será no próximo sábado, dia 16/08, às 21h.
 
Temos ingressos antecipados e música para toa a família!
 
TORÓ  8185-0083 // 7811-6952

Abertas as inscrições para selecionar os artistas que farão parte da terceira edição da revista MP3 WORLD

agosto 11, 2008

Abertas as inscrições para selecionar os artistas que farão parte da terceira edição da revista MP3 WORLD
Começam nesta sexta-feira as inscrições para participar da MP3 WORLD: a primeira revista de música e vídeo digital
 
 
Com o fechamento do acordo de distribuição nacional para a revista MP3 WORLD, através de um contrato com uma das empresas do Grupo Abril, a Terabyte Comunicação começa nesta sexta-feira a sua procura pelos 15 artistas que comporão sua terceira edição. Durante 15 dias, os editores Alessandro Gassul e Leandro Becker estarão dedicados a receber o material de artistas que possuam obras cem por cento autorais e tenham interesse em participar de uma publicação diferenciada.
 
“Nosso objetivo é encontrar 15 artistas que estejam no momento certo para divulgação. Com agenda de shows, público fiel e muita garra para participar de uma revista sem concorrência no mercado editorial” – afirma Alessandro Gassul.
 
Os escolhidos terão seus discos completos (desde que possuam um mínimo de 3 faixas) incluídos, em formato MP3, no CD-ROM gratuito que acompanha a revista, uma matéria especial de 3 páginas publicada na revista digital e uma resenha sobre o disco na revista impressa, além de seu nome impresso na capa (rótulo do CD) e contracapa da revista. Para participar do processo seletivo, basta que os interessados enviem um link para audição de algumas faixas (ou mesmo estas, em formato mp3), através do nosso e-mail de contato. Os artistas escolhidos serão contatados por nossos editores e receberão uma proposta formal para participar da revista.
 
No processo de seleção, serão avaliados: qualidade de gravação e execução, originalidade do trabalho e força de parceria. “Queremos fechar parcerias com bandas, não vender espaço publicitário para elas. Este tipo de acordo de parceria é bem simples: por um lado, divulgamos a banda, por outro, ela nos divulga entre o seu público. Nosso foco é o leitor que vai à banca à procura de uma revista de música de qualidade. O objetivo é triar, dentre a enorme quantidade de novos trabalhos disponíveis, aqueles que realmente têm futuro, levando-os a novas audiências” – reforça Alessandro Gassul.
 
Vale lembrar que serão aceitos trabalhos de qualquer segmento musical, desde que sejam autorais. Trabalhos com musicas incidentais, covers ou regravações de outros artistas não serão aceitos. “Estamos à procura de artistas que tenham qualidade e estejam fazendo música com seriedade” – afirma Leandro Becker.
 
A terceira edição será lançada em São Paulo e Rio de Janeiro, simultaneamente, no dia 16 de setembro. Em seguida, aproximadamente no dia 16 de outubro, todos os demais estados do país (exceto Rio Grande do Sul) receberão a revista em suas bancas. A tiragem prevista para a terceira edição é de 20.000 exemplares e o preço de capa é de R$ 12,90.
 
Os interessados devem enviar seus trabalhos para audição até o dia 21 de agosto, para o email: becker@mp3world.com.br ou imprensa@mp3world.com.br. Quem preferir ligar para 11-8276-4547 e obter maiores informações também.
 
Sobre a MP3 WORLD
www.mp3world.com.br
 
Em setembro de 2007, Alessandro Gassul, jornalista e publicitário, se uniu a Leandro Becker, publicitário e músico, em um projeto que vinha sendo discutido havia quatro anos. A idéia de ambos era lançar no mercado editorial uma revista que não só falasse sobre música independente, mas que também levasse a boa música direto aos ouvidos da grande massa. Assim nasceu a MP3 WORLD, uma publicação única no segmento, a partir do momento em que oferece 15 discos em formato MP3 de alta qualidade, a cada edição.
 
Outro importante diferencial da revista MP3 WORLD diz respeito a sua mídia. Dentro do CD-ROM brinde, o leitor encontra não só arquivos de música em formato MP3, como uma revista digital com mais de 100 páginas de conteúdo, criada com a utilização da mais moderna tecnologia de editoração eletrônica, além de diversos softwares completos para edição, gravação, mixagem e afins, que rodam em qualquer PC. Também é importante ressaltar que o CD-ROM brinde da revista pode ser tocado em qualquer aparelho que ofereça suporte ao formato MP3 (DVDs, equipamentos de som automotivo etc.).
 
Em seu primeiro número, nossos editores fecharam parcerias com os principais jornais dos estados de SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, MINAS GERAIS, SANTA CATARINA, PARANÁ e BAHIA, a fim de disponibilizar a revista nas principais bancas de jornal destas localidades. Porém, após o grande sucesso da edição de estréia, firmamos um contrato de distribuição nacional e exclusiva pela Fernando Chinagglia, um dos maiores distribuidores de revistas do país e de responsabilidade do Grupo Abril.