An international collaboration with Jolanda, Marcelo, and Paul. Chicago, Switzerland, and Austin join together to salute the music of Brasil!
http://www.myspace.com/marcelomadeira
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nova_politica_de_patrocinio_-_070708-_rev_7
Política de Patrocínios da ELETROBRÁS
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DEFINIÇÃO
A Política de Patrocínio da ELETROBRÁS está alinhada às estratégias corporativas definidas no seu
Planejamento Estratégico, conciliando os interesses institucionais e mercadológicos da empresa, de
maneira articulada, com as políticas públicas do setor de energia elétrica e do governo federal,
ressaltando o seu compromisso com a responsabilidade social e com o desenvolvimento sustentável
do país.
Entende-se como patrocínio o apoio, financeiro ou não, concedido a ações de terceiros, para agregar
valor à marca da ELETROBRÁS ou divulgar o nome da empresa, bem como seus produtos, serviços,
programas, projetos, políticas e ações de responsabilidade social e ambiental.
ABREVIAÇÕES
Secom – Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria-Geral da Presidência da República
MinC – Ministério da Cultura
ME – Ministério do Esporte
DEE – Diretoria Executiva da Eletrobrás
OBJETIVO
Visa garantir uma efetiva comunicação institucional da ELETROBRÁS, como forma de fortalecer sua
imagem perante a sociedade e seus públicos de interesse, associada às ações direcionadas ao
desenvolvimento humano, à promoção da cidadania, à inclusão social, às inovações, produções e
divulgações tecnológicas, culturais e esportivas, democratizando o acesso aos seus recursos de
patrocínio, reafirmando seu compromisso de responsabilidade social e de preservação do meio
ambiente.
DIRETRIZES
Apoiar ações vinculadas à missão institucional da empresa, a seus objetivos estratégicos e às
suas diretrizes de responsabilidade social;
Apoiar ações vinculadas às políticas públicas do Governo Federal;
Apoiar ações vinculadas à cultura e ao esporte.
olítica de Patrocínio
Não são passíveis de patrocínio as atividades:
a) que causem ou possam vir a causar impacto sócio-ambiental negativo;
b) de cunho exclusivamente político-partidário;
c) ligadas a jogos de azar ou especulativos;
Não serão admitidos, para análise, projetos de patrocínios propostos por:
a) organizadores e/ou proponentes que não desfrutem de idoneidade;
b) organizadores e/ou proponentes de projetos de patrocínio, concedidos pela Eletrobrás, ainda em
andamento; e
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c) organizadores e/ou proponentes de projetos de patrocínio concedidos pela Eletrobrás, cuja
prestação de contas final e o respectivo Relatório Final não tenham sido aprovados pela empresa ou
estejam inconclusos.
ESTRUTURAÇÃO
Esta política considerará o apoio a projetos de patrocínio segundo os eixos principais:
Apoio à Cultura:
A ELETROBRÁS patrocinará projetos de natureza cultural, enquadrados ou não pelo Ministério da
Cultura – MinC, na Lei de Incentivo à Cultura nº 8.313/91 (Lei Rouanet), segundo suas manifestações
no campo das:
- Artes Cênicas, Música, Audiovisual, Patrimônio, Artes Plásticas, Artes Populares, Artes Gráficas e
Educação.
A cada ano, a empresa definirá as manifestações prioritárias no eixo de apoio à cultura, assim como
os percentuais destinados a cada uma de suas subdivisões.
Apoio ao Esporte:
A ELETROBRÁS patrocinará projetos de natureza esportiva, enquadrados pelo Ministério dos Esportes
– ME, na legislação de incentivo aos esportes bem como projetos que viam associar a marca da
empresa a práticas esportivas alinhadas com a política da empresa. Também a ELETROBRÁS
patrocinará projetos esportivos relacionados ao para-desporto e aqueles de cunho social, alinhados às
estratégias corporativas da empresa.
Apoio a projetos sócio-ambientais
A ELETROBRÁS patrocinará projetos sócio-ambientais, com ou sem incentivos fiscais, desde que
estejam em conformidade com os critérios técnicos e administrativos de avaliação e seleção e em
consonância com a suas diretrizes de responsabilidade social.
Apoio a demais segmentos:
A ELETROBRÁS patrocinará projetos com foco nas áreas de interesse e atuação da empresa, e das
empresas do Sistema ELETROBRÁS, em consonância com as Políticas Públicas do Governo Federal.
MODALIDADES DE APOIO
Seleção Pública
Política de Patrocínio
A ELETROBRÁS implementará, a partir do ano de 2009 e sucessivamente para os demais anos, o
“Programa Eletrobrás de Cultura”, que incluirá editais para seleção pública de projetos, os quais serão
amplamente divulgados pela ELETROBRÁS com, no mínimo, 60 (sessenta) dias de antecedência do
prazo final das inscrições.
Projeto Convidado:
A ELETROBRÁS poderá patrocinar projetos de continuidade para as manifestações nos eixos de apoio,
incentivados ou não, que estejam alinhados às suas estratégias corporativas.
Política de Patrocínios da ELETROBRÁS
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Escolha Direta:
A ELETROBRÁS se reserva o direito de selecionar projetos alinhados com os eixos de apoio,
incentivados ou não, que sejam de seu interesse, no território de atuação de seus negócios.
DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO
A proposta deverá conter, obrigatoriamente, a seguinte documentação, sob pena de devolução do
processo ao proponente:
Carta Original:
Solicitação formal de patrocínio, assinada pelo representante legal do proponente, constando nome do
projeto, período e local de realização e, nos casos de projetos incentivados, informando a Lei e o
número do processo de enquadramento, bem como o respectivo prazo para captação de recursos.
Projeto Básico:
a) Descrição do projeto;
b) Objetivo;
c) Justificativa para realização;
d) Descrição da utilização dos recursos solicitados;
e) Cronograma físico-financeiro, com todas as folhas numeradas e rubricadas;
f) Orçamento detalhado do custo global do projeto, fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos propriamente avaliados e assinados pelo representante legal do proponente (todas as
folhas devem ser numeradas e rubricadas);
g) Pesquisa de mercado realizada para a composição do orçamento do projeto;
h) Identificação das cotas de patrocínio (se for o caso);
i) Propostas de contrapartidas;
j) Dados do proponente e da pessoa de contato (pessoa física ou pessoa jurídica);
k) Cópia do Estatuto Social (no caso de pessoa jurídica);
l) Informação de eventuais valores já captados, com a identificação dos respectivos patrocinadores.
Para projetos enquadrados pelo MinC na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, não é necessário apresentar a
documentação prevista nos itens “f” e “g”. Nestes casos, deverão ser apresentados adicionalmente os
documentos conforme relacionados nos itens “m” a “q” :
m) Cópia autenticada da carta de aprovação de projeto junto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura
do MinC, identificando os benefícios da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura;
n) Cópia autenticada do plano básico de divulgação e plano básico de mídia do projeto cultural
(modelo MinC);
o) Cópia da publicação no Diário Oficial da União do registro da aprovação do projeto, constando o
período de captação, para o ano corrente, pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura;
Política de Patrocínios da ELETROBRÁS
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p) Cópia da publicação no Diário Oficial da União do registro da aprovação do projeto constando o
valor para captação aprovado na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura;
q) Cópia autenticada de todos os documentos referentes ao orçamento do projeto, contendo o custo
global e seu detalhamento em planilhas com o quantitativo de serviços e fornecimentos; além das
aprovações e limitações de valores efetuadas pelo MinC para fins de autorização do projeto.
DOCUMENTAÇÃO DO PROPONENTE
a) Cópia da Certidão Negativa Conjunta de Débitos de Tributos e Contribuições Federais e à Dívida
Ativa da União, conforme Portaria Conjunta PGFN/RFB no 3, de 02/05/2007;
b) Cópia autenticada de documento de identidade e CPF;
Somente para Pessoa Jurídica:
c) Cópia do Contrato Social(*), Estatuto do Proponente ou Declaração de Firma Individual (registrada
na junta comercial), bem como termo de posse e cópia autenticada dos documentos de identificação
do representante legal;
d) Cópia autenticada do cartão do CNPJ (válido) do proponente;
e) Cópia da Certidão Negativa de Débito com o INSS-CND atualizada (modelo Previdência Social).
f) Cópia da Certidão Negativa do FGTS atualizada (modelo CEF);
g) Certidão Negativa de Falência e Concordata;
h) Cópia autenticada da Certidão de Quitação de Tributos Estaduais;
i) Cópia autenticada da Certidão de Quitação de Tributos Municipais;
(*) Obs: o objeto social da pessoa jurídica deve ser compatível com a atividade a ser patrocinada.
ANÁLISE, AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DOS PROJETOS
Seleção Pública:
Os critérios para análise, avaliação e seleção dos projetos serão devidamente definidos em editais de
convocação específicos.
Projeto Convidado:
Os projetos selecionados pela ELETROBRÁS serão analisados conforme critérios técnicos e
administrativos definidos pela empresa em Norma interna e o patrocínio somente será efetivado
mediante assinatura de contrato.
Escolha Direta:
Os projetos recebidos pela ELETROBRÁS serão analisados conforme critérios técnicos e
administrativos definidos pela empresa em Norma interna e o patrocínio somente será efetivado
mediante assinatura de contrato.
Política de Patrocínios da ELETROBRÁS
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APROVAÇÃO DOS PROJETOS
A ELETROBRÁS somente apoiará projetos de patrocínio cujos proponentes se encontrem adimplentes
com a Fazenda Nacional, Estadual e Municipal e com a seguridade social (FGTS e INSS), conforme
art.195, parágrafo 3º da Constituição Federal.
A aprovação final dos projetos, incluindo-se a definição do valor a ser aportado, será de
responsabilidade exclusiva da Diretoria Executiva da ELETROBRÁS – DEE, considerando-se a
disponibilidade orçamentária de cada exercício financeiro, e encaminhados posteriormente para exame
e aprovação do Comitê de Patrocínios da Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria-
Geral da Presidência da República – SECOM/SG-PR (excetuando os de Seleção Pública, os quais terão
o edital previamente aprovados pela SECOM).
Somente após a aprovação pela SECOM/SG-PR (excetuando os de Seleção Pública), a ELETROBRÁS
oficializará o patrocínio a cada projeto, mediante assinatura de contrato formal.
CONTRATAÇÃO
Será realizada por meio de instrumento jurídico, uma vez atendidas todas as exigências definidas pela
ELETROBRÁS.
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Nos instrumentos jurídicos firmados com a ELETROBRÁS, conforme a natureza do projeto (com ou
sem incentivo fiscal), serão estabelecidas as obrigações do proponente em relação à prestação de
contas. Ressalta-se que, enquanto o beneficiário não atender todas as exigências contratuais, ele
ficará impedido de sacar novas parcelas do projeto ou de pleitear novos patrocínios.
EXCEPCIONALIDADES
As situações não previstas neste documento, quanto aos proponentes e aos projetos passíveis de
patrocínio, poderão ser apresentadas à Diretoria Executiva da ELETROBRÁS para aprovação em
caráter excepcional.
Aprovada pela Diretoria Executiva da Eletrobrás em 10/7/2008
Resolucão de Diretoria nº 568/2008
Circuito Cena Rock:
O Circuito Cena Rock está totalmente reformulado. Agora as bandas poderão criar uma pagina personalizada dentro do nosso site que terá o endereço: www.cenarock.com/nomedabanda. Nessa pagina é possível cadastrar musicas MP3, além de publicar agenda de eventos, fotos e um mini blog para noticias.
Basta acessar o site e clicar no botão “Circuito” e começar a montar a pagina da sua banda.
Resenhas:
Vermilion da Banda Sanguinea
Nosso Colunista Carlos Garrido fez uma a resenha da banda independente Sanguinea. Conheça o álbum Vermilion [ Confira ]
Mp3 da Semana:
O artista da Mp3 da semana é a banda Casa de Bicho. Conheça o trabalho desse artista independente [ confira ]
PLANET POP FESTIVAL
UM DOS MAIORES FESTIVAIS DE DANCE/HOUSE DA AMÉRICA LATINA
09 AGOSTO 2008 @ BRASÍLIA
ANEL EXTERNO MANÉ GARRINCHA
WWW.PLANETPOPBRASILIA.COM.BR
TICKETS: FREE CORNER CONCEPT – 304 SUL
*ACEITA VISA
+INFOS: 8414.9529 – 7813.9849
Caros, 31 de julho, será realizada a cabine do filme Devoção, de Sergio Sanz.
A sessão será no Cine Academia (Academia de Tênis), às 10h30h. Por favor, confirmem presença.
www.devocao.com.br
08/08 – Estréia em Brasília, Rio de Janeiro, e São Paulo
13/08 – Debate na FNAC de Brasília, às 19h30
29/08 – Estréia em Porto Alegre, Recife, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba.
‘Devoção’, documentário dirigido por Sergio Sanz,
estréia em Brasília, dia 8 de agosto
Do mesmo diretor de Soldado de Deus (2004), Devoção questiona o mito do sincretismo religioso brasileiro
O sincretismo tem sido entendido como uma mistura de diversas crenças heterogêneas. No Brasil, sincretismo é tido como o fenômeno religioso resultante do encontro das crenças trazidas pelos escravos negros vindos da África, com o catolicismo e, posteriormente, com as doutrinas do espiritismo e com as religiões ameríndias.
Com base na idéia de que os africanos aqui chegados, vindos de tribos diversas e com culturas diferentes – o que inclui rituais e orixás diversificados – eram obrigatoriamente expostos à fé em Santo Antônio, o santo mais popular da Igreja Católica, o documentário defende a tese de que não lhes restava alternativa senão repetir gestos e práticas dos dominadores. E assim, por astúcia, para garantir nas senzalas o exercício da própria devoção, Ogum, o mais importante orixá dos Iorubá, povo a que pertencia a maioria dos africanos trazidos ao Brasil, foi convertido em Santo Antônio.
O que teriam em comum Ogum, o primeiro dos orixás, e Antônio, o bondoso santo casamenteiro?
O filme relativista o conceito polêmico de sincretismo religioso e enfatiza a fé, manifestada em um ou em outro sistema de crença e, com freqüência em ambos.
A experiência da co-roteirista Maria Helena Torres, como pesquisadora, e do antropólogo Raul Loddy agregaram conteúdo ao roteiro de Devoção. A partir desse conteúdo e da vivência do diretor como documentarista de manifestações de cultura popular no Brasil foi desenvolvida a pesquisa que orientou a filmagem.
O documentário traz depoimentos de pesquisadores, autoridades do candomblé, freis e devotos do catolicismo, que apresentam um painel dos pontos principais de cada uma das religiões apresentadas.
Foi totalmente rodado no Rio de Janeiro, tendo como cenários principais o Convento de Santo Antônio e terreiros cariocas.
Ficha técnica
Devoção
Documentário, 85 minutos
Filmado em HD e finalizado em 35mm
Projeção Digital e 35mm
Produtora: J SANZ PRODUÇÃO AUDIOVISUAL
Roteiro, Direção e Montagem: SERGIO SANZ
Produção: JULIA MORAES
Co-Roteiro: MARIA HELENA TORRES
Consultoria candomblé: RAUL LODDY
O DIRETOR
Quando Ingmar Bergman escreveu o texto citado acima (como introdução a um livro com o roteiro de ‘Sorrisos de Uma Noite de Verão’, ‘O sétimo selo’, ‘Morangos silvestres’e ‘O Rosto’, editado em Londres em 1960), Sérgio Sanz começava a fazer cinema:
Como assistente de direção em
- Porto das Caixas, de Paulo César Sarraceni, 1962
- Gimba, de Flávio Rangel, 1962
- Os Cafajestes, de Rui Guerra, 1962
- Os Fuzis, de Rui Guerra, 1964
Como montador em
- Os Fuzis, de Rui Guerra, 1964
- Deuses Mortos, de Rui Guerra, 1970
- Cantos de Trabalho, de Leon Hirzman, 1975
Como ator em
– O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl, 1968
Como Fotógrafo em
- Ladrões de Cinema, de Fernando coni Campos, 1972
Como diretor de curtas e media-metragem documentário em
- Aldeia, 1963
- Alcântara – Cidade Morta, 1968
- Album de Música, 1974
- Suely, 1979
- Guaruba e os Mágicos, 1979,
- Guaruba e a Fogueira, 1979
- Eh, Boi, 1989
- Teatro de rua, 1990
- Do Mulungu ao tiridá, 1993
- Antônio de Todos os Santos, 1995
- O Caminho das onças, 1997
- Vitalino e o Alto do Moura, 1997
Como diretor de longa-metragem em
- Soldado de Deus, 2004
- Devoção, 2008
Premiações
Soldado de Deus
-Melhor Direção – no festival de Paraty 2005
Caminho das Onças / Média-metragem, documentário,
- Kikito de Ouro, melhor filme 16mm em Gramado
- Prêmio Especial do Júri em Vitória
- Melhor Montagem em Recife.
Aldeia
- Prêmio especial do Juri – Festival Oberhausen (Alemanha)
No cinema e não somente implicado na produção de filmes, mas também na organização da atividade cinematográfica como um todo:
- Fundador e Presidente da Associação Brasileira de Documentaristas
- Presidente do Sated (Sindicato de artistas e Técnicos em espetáculos de diversões do rio de Janeiro)
- Diretor do Centro Técnico Audiovisual – CTAV/MINC
- Membro do Conselho de Liberdade de Expressão
- Representante dos artistas e técnicos na comissão de assessoramento a constituinte.
- Presidente da ABRACI (associação brasileira de documentaristas), 2007/2008
Na atividade de professor e educador:
- Diretor e Professor da Escola de Teatro Martins Penna
- Universidade Gama Filho
- Escola de Cinema Darcy Ribeiro
Assessoria de Imprensa/ Lançamento Brasília
Amanda Guerra
amandaguerra@gmail.com
61 8118 5544
::Divulgação::
–
Manú Santos
Produção Cultural / Imprensa
55 61 81186092
55 61 33175208
SCLRN 704 BL A ENT. 29 SL 101 ASA NORTE
BRASÍLIA, DF – CEP: 70730531
manusantos.assessoria@gmail.com
Visite nossos sites, confira a programação:
http://www.fnac.com.br/Events.aspx?idStore=8
www.fotolog.com/manurg
www.fotolog.com/movebsb
www.myspace.com/musicapopulardepraia

Tv Câmara-Talentos
Atrás dos grandes músicos brasileiros, existem professores que são, também, excelentes músicos, mas que dedicam sua vida somente ao ensino. Assim é mestre Gamela. Nascido em Barretos, São Paulo, foi aprendiz de tintureiro e chapeleiro, as profissões de seu pai; até ouvir no rádio a música do momento: a Bossa Nova. Inspirado nos violões de Luis Bonfá e João Gilberto, tornou-se violonista autodidata. Exímio arranjador, criou um método de ensino do violão em que harmonias complexas são colocadas em melodias conhecidas da música brasileira. Ao mesmo tempo apurou sua técnica tornando-se um intérprete sensível e sofisticado.
Sidney Barros, conhecido como “Mestre Gamela”, professor brasiliense de violão de inúmeros artistas da MPB, interpreta a música “Boulevard”, de Luís Bonfá.
De família de artistas, Muíza Adnet mostra que tem estrela. O brilho dela
vem de uma lampadinha que se acendeu ao ter a sacada de gravar, em seu disco
de estréia, repertório inteiro de canções de Moacir Santos. “Foi uma sorte
cantar essas canções, e tudo aprovado pelo maestro, que veio dos Estados
Unidos acompanhar as gravações”, regozija-se a cantora, que festeja o
resultado de As canções de Moacir Santos, pronto exatamente um ano após a
morte do compositor. O show de lançamento vai ser no dia 14, no Estrela da
Lapa, no Rio de Janeiro.
Estamos falando do maestro Moacir Santos, genial compositor, arranjador e
músico, que durante 40 anos radicou-se nos Estados Unidos, onde morreu em 6
de agosto de 2006 (dois meses após as gravações do disco de Muíza). De suas
composições, mesclas de samba, jazz, bossa nova, maracatu e tudo que há de
mais moderno e brasileiro. De um repertório tão vasto que o tributo Ouro
negro, álbum duplo gravado em 2001 por seguidores como Mario Adnet (irmão de
Muíza) e Zé Nogueira, com a participação do maestro em pessoa, comportou uma
fatia pequena de sua criação. Daí ter se seguido, em 2005, outro tributo na
mesma linha, Choros e alegria, idealizado pelos mesmos Adnet e Nogueira.
Amizade
Muíza participou tanto de Ouro negro quanto de Choros e alegria. No
primeiro, cantou Bodas de prata dourada; no segundo, todo instrumental, fez
vocalises em duas faixas. Foi nas gravações que conheceu Moacir Santos. Nos
shows de lançamento, basicamente instrumentais, a participação dela e dele
se dava mais no final. Então, os dois ficavam longo tempo nos camarins,
trocando idéias e aprofundando a amizade.
Orgulhosa, Muíza Adnet se sente satisfeita pela idéia de estrear em disco de
repertório do maestro. Para tal, contou com a aprovação do edital da
Petrobras, que viabilizou o projeto, no qual teve ajuda do irmão Mario e da
cunhada, Marisa Adnet. “Foi Moacir quem sugeriu a inclusão no CD de duas
canções que nunca haviam sido gravadas, a Marchinha dos santos glória e Wake
up and smile”, conta a cantora. Duas tiveram versões de Gilberto Gil no
disco O sol de Oslo: Ciranda, que tem letra do ministro da Cultura, e A
santinha lá da serra. Lembre-se e Se você disser que sim integraram o disco
que Elizeth Cardoso gravou, nos anos 1960, sobre repertório de Vinicius de
Moraes. Nanã e April child vieram de Ouro negro, só que a primeira é cantada
em inglês e português (no disco de Moacir, não tem letra); na segunda, ela
interpreta a mesma letra em inglês que ele cantou, e não aquela em português
que aparece em Ouro negro, na voz de Gil e sob o título de Maracatu, nação
do amor. As demais saíram dos discos do maestro lançados nos EUA.
“O melhor foi que ele veio para as gravações, ouviu e aprovou tudo. Tive a
oportunidade de repassar com ele melodia por melodia, para ver se estava
cantando direitinho. Ele gostava de mudar uma notinha ou outra e fez isso. O
resultado foi feliz, de muita sorte”, comemora Muíza. Agora, nos planos,
está o lançamento do trabalho em outras praças, além do Rio, “no máximo de
lugares que puder”. Só assim a cantora, que já fez parte da Banda Nova, de
Tom Jobim, e de tantos projetos de outros artistas, dará a contribuição que
deseja para ajudar o público brasileiro a conhecer a obra de um de seus
criadores maiores, infelizmente pouco reconhecido no país. Não o tanto que
merecia, por todas as maravilhas que fez para nossa música popular.
MUÍZA ADNET CANTA AS CANÇÕES DE MOACIR SANTOS
De Muíza Adnet, com direção musical e arranjos de:
Mario Adnet
e
participação de:
Moacir Santos,
Milton Nascimento,
Ivan Lins
e
outros.
12 faixas. Adnet Música.
Informações: http://www.marioadnet.com/
No You Tube
Márcio Faraco é gaúcho de Alegrete (RS). Aos 12 anos iniciou seu estudos de violão em Brasília, onde foi aluno do mestre Gamela, renomado músico da capital.
Violonista, compositor, arranjador e cantor, Faraco foi eleito em 1986 o melhor compositor de Brasília em concurso realizado pelo jornal “Correio Braziliense”. A cantora Cássia Eller gravou pela primeira vez uma música de sua autoria, “Labirinto”, parceria de ambos.
Em 1992, Márcio Faraco se mudou para Paris. Por lá trabalhou por muito tempo com o cantor Didier Sustrac e com o Trio Esperança. Participou, ao lado de Chico Buarque, de um especial da televisão francesa dedicado ao Brasil, no programa “Taratata”. Desse encontro, surgiu a amizade entre os dois artistas. Participou em 1994 do songbook de Tom Jobim (Lumiar Discos), gravando a faixa “Gabriela”. Nesse mesmo ano participou como cantor, violonista e arranjador do CD “Couleur Café”, da cantora francesa Clementine. Em seguida, assinou contrato de exclusividade com a Universal Music Jazz France.
Em 2000, lançou seu primeiro CD, “Ciranda”, que contou com produção e arranjos de Wagner Tiso. O disco vendeu mais de 60 mil cópias em toda a Europa, gerando turnês na Europa, Canadá e Estados Unidos, com destaque para sua apresentação no Blue Note, em Nova York, em 2001.
No Talentos, o artista fala desses e de outros trabalhos que fizeram parte de sua carreira e destaca seu último trabalho, o CD “Invento”, lançado em 2007 e ainda inédito no Brasil.
“Grooves e Afins”: um show para ouvir e dançar
Os músicos Raphael du Valle, Emílio Martins, Ronaldo Pizzi e Rodrigo Goi, perguntam:
o que você está “afim” de ouvir? No show Grooves e Afins, eles ousam apresentar uma alternativa musical de ótima qualidade, além de agradável aos ouvidos e com uma “levada” atualíssima que faz mexer as cadeiras. O show Grooves e Afins acontece na próxima terça-feira, dia 22, às 20h30 na Praça do Museu, dentro da programação do Julho Fest 2008.
O show mostra o segundo disco solo do baixista Raphael du Valle, “Produções…” e também performances novas e bem contemporâneas, que traz, além de outras coisas, o acid jazz, também conhecido como club jazz, que, para quem não sabe, é um gênero musical que combina elementos do soul music, funk e disco, particularmente com batidas repetitivas e harmonia modal. Vale lembrar que o contra-baixo é um instrumento de grande destaque nessa ramificação do Jazz, daí o interesse do baixista Raphael du Valle. O disco “Produções…” é o reflexo de 18 anos de carreira dedicada ao contra-baixo e também e um novo passo na carreira de Raphael, no mundo da produção musical.
O disco tem ganhado elogios de músicos de renome nacional e internacional como:
Marcus Miller,
Anthony King,
Serginho Carvalho,
Marcelo Mariano,
Fernando Vidal,
Bombom,
Larry Hartke,
Adriano Giffoni,
Bobby Sparks,
Téo Lima,
entre outros.
“O show de terça-feira não virá apenas com baixo em destaque, não é um show solo e sim outros instrumentos em ação e a música funcionando como um todo”, explica Raphael. E continua: “Pelos cinco anos que acompanho o Julho Fest, tenho a certeza que este show será uma atração diferenciada do que vem acontecendo e com isso deixando o evento com mais versatilidade e novidade”.
Dia 22 de Julho, Terça
Praça do Museu
Poços de Caldas-MG