Oscar Niemeyer: ( 1988 )
Paulo Mendes da Rocha: ( 2006 )
O Prémio Pritzker é atribuído anualmente, por forma a agraciar um arquitecto vivo, pela fundação Hyatt, da responsabilidade da família Pritzker.
É o mais importante prémio de arquitectura do mundo.
Foi criado em 1979 por Jay A. Pritzker . Influenciado, e comparado, pela forma como é atribuído ao Prémio Nobel , o Pritzker é, muitas vezes, chamado de “o Nobel da Arquitectura“.
Lista completa dos vencedores do prémio:
Obtido em “ http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Pritzker“
Uma Breve História do Prêmio Pritzker de Arquitetura
O Prêmio Pritzker de Arquitetura foi estabelecido pela Fundação Hyatt em 1979 para anualmente premiar um arquiteto vivo, cujo trabalho construído demonstre uma combinação das seguintes qualidades: talento, visão e comprometimento, que tenha através da arte da arquitetura contribuído de forma consistente e significativa para a humanidade e para o ambiente fabricado. Foi com frequência descrito como “o prêmio de arquitetura de maior prestígio” ou como “o Nobel de arquitetura”.
O prêmio leva o nome da família Pritzker, cujo headquarter de negócios internacionais situa-se em Chicago. Há muito tempo a família é conhecida pelo seu suporte à educação, ao bem-estar social, à ciência, à medicina e a atividades culturais. Jay A. Pritzker, que fundou o prêmio com sua esposa, Cindy, morreu no dia 23 de Janeiro de 1999. Seu filho mais velho, Thomas J. Pritzker tornou-se presidente da Fundação Hyatt. Em 2004, Chicago celebrou a abertura do Parque Millennium, no qual um pavilhão de música projetado pelo recebedor do Prêmio Pritzker, Frank Gehry, foi dedicado ao fundador do prêmio e recebeu o seu nome. Foi no pavilhão Jay Pritzker que ocorreu a cerimônia de premiação de 2005. Tom Pritzker explica, “Como cidadãos de Chicago, não é surpreendente que a nossa família seja aguçadamente conhecedora de arquitetura, vivendo no berço dos arranha-céus, uma cidade preenchida por prédios projetados por lendas da arquitetura como Louis Sullivan, Frank Lloyd Wright, Mies van der Rohe, e muitos outros.” Ele continua, “Em 1967, nós adquirimos um prédio inacabado que estava para se tornar o Hyatt Regency Atlanta. Seu altivo átrio foi loucamente bem-sucedido e se tornou a peça marca de nossos hotéis ao redor do mundo. Ficou imediatamente evidente que seu design tinha um efeito considerável no estado de espírito de nossos visitantes e na postura de nossos funcionários. Enquanto a arquitetura de Chicago nos tornou conhecedores da arte da arquitetura, nosso trabalho de projetar e construir hotéis nos conscientizou do impacto que a arquitetura pode ter no comportamento humano. Portanto em 1978, quando fomos abordados com a idéia de premiarmos arquitetos vivos, fomos receptivos. A Mãe e o Pai (Cindy e o falecido Jay A. Pritzker) acreditavam que um prêmio significativo encorajaria e estimularia não somente uma consciência pública maior a respeito de construções, mas também inspiraria maior criatividade no meio da profissão da arquitetura”. Ele adicionou que tem extremo orgulho de dar continuidade a esse empenho em nome de sua família.
Muitos dos procedimentos e gratificações do Prêmio Pritzker seguem o modelo do Prêmio Nobel. Aos laureados pelo Prêmio Pritzker, são concedidos $100.000, um certificado formal de citação, e desde 1987, um medalhão de bronze. Anteriormente àquele ano, uma edição limitada de esculturas de Henry Moore era presenteada a cada laureado.
Nominações de todas as nações são aceitas; de funcionários públicos do governo, escritores, críticos, acadêmicos, colegas arquitetos, sociedades de arquitetura, industriais, virtualmente qualquer um que tenha interesse em promover a arquitetura notável. O Prêmio é outorgado independentemente da nacionalidade, raça, credo ou ideologia.
O procedimento de nomeação é contínuo de ano a ano, sendo encerrado em Novembro de cada ano. As nominações recebidas após o encerramento são automaticamente consideradas no próximo ano do calendário. Existem mais de 500 nomeados de mais de 47 países até o momento. A seleção final é feita por um júri internacional com toda deliberação e votação secretas.
A Evolução do Júri
O primeiro júri montado em 1979 consistia do falecido J. Carter Brown, então diretor da Galeria Nacional de Arte de Washington D.C.; do falecido J. Irwin Miller, então presidente do comitê executivo e de finanças da Cummins Engine Company; Cesar Pelli, arquiteto e na época, reitor da Escola de Arquitetura da Universidade Yale; Arata Isozaki, arquiteto japonês; e o falecido Kenneth Clark (Lorde Clark de Saltwood), famoso escritor e historiador inglês.
O júri que selecionou o laureado de 2006 abrange, Lord Palumbo do Reino Unido, conhecido benfeitor de arquitetura e antigo presidente do Conselho de Arte da Grã Bretanha, antigo presidente da Fundação Tate Gallery, antigo consignatário dos arquivos Mies van der Rohe do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque, e presidente dos consignatários, Serpentine Gallery; Balkrishna Vithaldas Doshi, arquiteto, planejador e professor de arquitetura de Ahmeddabad, Índia; Rolf Fehlbaum, presidente do quadro de Vitra, Basiléia, Suíça; Frank Gehry, arquiteto e laureado do Prêmio Pritzker de 1989; Carlos Jimenez, diretor do Carlos Jimenez Studio e professor na Escola de Arquitetura da Universidade Rice em Houston, Texas; Victoria Newhouse, historiadora de arquitetura e escritora; fundadora e diretora da Fundação de História da Arquitetura; e Karen Stein, diretora editorial da Phaidon Press, Nova Iorque.
Outros que estiveram a serviço incluem o falecido Thomas J. Watson, Jr., antigo presidente da IBM; o falecido Giovanni Agnelli, antigo presidente da Fiat; Toshio Nakamura, antigo editor da A+U no Japão; e os arquitetos americanos Philip Johnson e Kevin Roche; assim como os arquitetos Ricardo Legorreta do México, Fumihiko Maki do Japão, e Charles Correa da Índia, e Lorde Rothschild do Reino Unido; Ada Louise Huxtable, escritora e crítica de arquitetura do jornal Wall Street; e Jorge Silvetti, arquiteto e professor de arquitetura da Universidade Harvard.
Martha Thorne tornou-se a diretora executiva do prêmio em 2005. Ela foi sócia curadora de arquitetura do Instituto de Arte de Chicago na última década. Nesse período, foi curadora de exibições como O Prêmio de Arquitetura Pritzker: Os Primeiros Vinte e Cinco Anos, assim como Trens Modernos e Estações Esplêndidas e Bilbau: A Transformação de uma Cidade. Autora de numerosos livros e artigos sobre arquitetura contemporânea, ela é também membro do Quadro de Consignatários da Fundação Graham.
Bill Lacy, arquiteto e conselheiro do J. Paul Getty Trust e muitas outras fundações, assim como professor da Universidade Estadual de Nova Iorque em Purchase, serviu como diretor executivo do prêmio de 1988 a 2005. Prévios secretários do júri foram o falecido Brendam Gill, que foi crítico de arquitetura da revista The New Yorker; e o falecido Carleton Smith. Da fundação do prêmio até sua morte em 1986, Arthur Drexler, que foi diretor do departamento de arquitetura e design do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque, foi consultor do júri.
Simpósio de Televisão Marcou o Décimo Aniversário do Prêmio
“Arquitetura é há muito tempo considerada a mãe de todas as artes”, é como o célebre jornalista Edwin Newman, se apresentando como moderador, abriu o simpósio de televisão Arquitetura e a Cidade: Amigas ou Inimigas? “Construir e decorar abrigos foi uma das primeiras expressões da criatividade do homem, mas nós tomamos como garantido a maior parte dos lugares onde trabalhamos ou vivemos”, ele continuou. “Arquitetura se tornou tanto a menos como a mais ressaltada das formas de arte”.
Com uma equipe que incluía três arquitetos, um crítico, um planejador urbano, um empreendedor, um prefeito, um advogado, um diretor de museu, um industrial, um educador, e um administrador, o simpósio explorou problemas que todos encaram, não somente aqueles que vivem em grandes cidades, mas qualquer um envolvido na vida pública. Algumas das questões discutidas: o que deveria ser construído,
quanto, onde, quando, qual a aparência, que tipo de controles deveriam ser permitidos, e quem os deveria impor?
Para detalhes completos do simpósio que foi produzido no décimo aniversário do prêmio, por favor dirija-se ao site “pritzkerprize.com” , onde pode-se também assistir ao vídeo do simpósio.
Exibições e Livro Sobre o Prêmio Pritzker
A Arte da Arquitetura, uma exibição em circulação dos trabalhos dos laureados do Prêmio Pritzker de Arquitetura, foi exibido em Istambul, Turquia em 2000 no Centro Cultural. A exibição, que teve sua inauguração mundial no Centro de Bibliotecas Harold Washington em 1992, apareceu pela primeira vez no Oriente Distante no último outono no Museu de Finas Artes de Taipei, Taiwan. A estréia européia foi em Berlim no Centro de Arquitetura Alemão em 1995. Também foi exibido na Casa Karntens do Arquiteto em Klagenfurt, Áustria em 1996, e em 1997, na América do Sul, na Bienal de Arquitetura em São Paulo, Brasil.
Nos Estados Unidos foi exibida na Galeria de Finas Artes, na Faculdade Comunitária de Edison em Forte Myers, Flórida; na Galeria de Finas Artes na Universidade A&M do Texas; no Museu de Construção Nacional em Washington, D.C.; no Museu J.B. Speed in Louisville, Kentucky; no Instituto de Arte Canton, Ohio; no Museu de Arte de Indianápolis Columbus Gallery, Indiana; no Museu de Arte da Universidade Estadual de Washington em Pullman, Washington; na Universidade de Nebrasca, e na Univesidade Brigham Young em Provo, Utah. As apresentações mais recentes foram nos Estados Unidos em Costa Mesa, Califórnia, e em museus na Polônia e Turquia.
Uma versão menor da exibição foi apresentada na cerimônia da Casa Branca em 1998, e foi mostrada no Museu de Estado Hermitage em Saint Petersburgo, Rússia e na Academia Cranbook em Bloomfield Hills, Michigan.
Outra exibição, que teve Martha Thorne como curadora e projetada por Carlos Jimenez, intitulada, O Prêmio Pritzker de Arquitetura 1979-1999, que foi organizada pelo Instituto de Arte de Chicago e comemorou os primeiros vinte anos do prêmio e os trabalhos dos laureados, foi mostrada em Chicago em 1999 e em Toronto no Museu Real de Ontário em 2000. Esta forneceu, por desenhos originais, rascunhos originais, fotografias, plantas e modelos, uma oportunidade de se ver o trabalho de alguns dos mais importantes arquitetos que deram forma à arquitetura do século vinte.
Um livro com textos do falecido J. Carter Brown, Bill Lacy, jornalista britânico Colin Amery, e William J. R. Curtis, foi produzido para acompanhar a exibição, e ainda está disponível. Publicado em parceria de Abrams de Nova Iorque e pelo Instituto de Arte de Chicago, o livro de 206 páginas foi editado por Martha Thorne. Este apresenta uma história analítica do prêmio juntamente com exemplos de edifícios dos laureados, ilustrados a cores. O livro comemora os primeiros vinte anos do prêmio e os trabalhos dos laureados, fornecendo uma oportunidade de se analisar o significado da premiação e sua evolução.
http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=funda%C3%A7%C3%A3o+Hyatt&btnG=Pesquisa+Google&meta=



Escrito por xxxmenyyyzzz 
Escrito por xxxmenyyyzzz 

Escrito por xxxmenyyyzzz 






